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terça-feira, 1 de abril de 2008

Governo Lula é o mais popular em 19 anos de Datafolha: 55%

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva alcançou a maior taxa de aprovação desde seu início em 2003 – 55% de "bom" e "ótimo" contra 11% de "ruim" e "péssimo" –, aponta pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta segunda-feira (31) pela Folha de S.Paulo. Este é também o melhor índice obtido por uma administração desde que o Datafolha iniciou a série histórica, em 1990, no governo Collor.


Fonte: Folha de S.Paulo


Veja no gráfico ao lado a evolução das avaliações do governo Lula, conforme o Datafolha. Na primeira pesquisa da série, em março de 2003, ele teve 43% de "bom" e "ótimo" e 10% de "ruim" e "péssimo", um saldo positivo de 33 pontos. No momento mais crítico para o governo (dezembro de 2005, auge da ofensiva do "Mensalão"), estes números passaram para 29% e 28%, um saldo de apenas 1 ponto positivo. Agora, o saldo positivo é de 44 pontos. Na pesquisa anterior do instituto, em novembro passado, os números eram 50% e 14%, saldo de 36 pontos.

Relatório não está na internet
Ate a tarde desta segunda-feira o instituto não havia publicado em seu site na internet o relatório da pesquisa; só estava disponível a informação publicada no jornal. Esta dava destaque às intenções de voto nas eleições presidenciais daqui a três anos – números que favorecem o candidato tucano José Serra, governador de Minas Gerais.
Foram omitidos dados que o Datafolha costuma pesquisar, tanto eleitorais (comparação com a pesquisa anterior, rejeição, segundo turno) como sobre a imagem do governo (respostas segmentadas por nível de renda e de escolaridade). O jornal fornece apenas dados isolados, como a elevação de 7 pontos no índice de "bom" e "ótimo" nas faixas de escolaridade média e superior, e com renda entre cinco e dez salários mínimos.

Eleitores de Serra e Aécio aprovam Lula
Nos dados publicados, os resultados favorecem amplamente o governo mesmo na região brasileira que se mostra mais cética, o Sudeste: 47% de "bom" e "ótimo" e 14% de "ruim" e "péssimo". A melhor avaliação do governo Lula permanece no Nordeste, com 68% de "bom" e "ótimo" e apenas 6% de "ruim" e "péssimo".

Conforme a Folha, "a popularidade recorde do petista foi alavancada por uma recuperação da aprovação no Sul, tradicionalmente uma das regiões mais críticas a ele (aprovação subiu 11 pontos percentuais, para 52%), e pela ampliação do seu prestígio no Nordeste". O texto atribui a recuperação no Sul à "recuperação do setor agrícola".

Desta vez o jornal apresenta também um interessante cruzamento, da popularidade do governo conforme as preferências eleitorais dos entrevistados. O governo tem forte popularidade entre os eleitores de todos os possíveis presidenciáveis pesquisados.

Isto vale para os presidenciáveis da base governista, como Ciro Gomes, do PSB (67% de "bom" e "ótimo" contra 8% de "ruim" e "péssimo") ou Marta Suplicy, do PT (59% a 7%). E vale igualmente para os oposicionistas, os tucanos José Serra ( 52% de "bom" e "ótimo" A 13% de "ruim" e "péssimo") e Aécio Neves (51% a 12%) ou Heloisa Helena, do Psol (50% a 11%).

FHC tinha 25 pontos abaixo de zero no 5º ano
A pesquisa foi feita entre os dias 25 e 27, com 4.044 entrevistados em 24 Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.

O jornal comenta que "em março de 2000, quando o governo do tucano Fernando Henrique Cardoso completava também cinco anos e três meses, o Datafolha registrava só 18% de aprovação a FHC (e 43% de reprovação)", um saldo negativo de 25 pontos.

O Sudeste e as Regiões Metropolitanas são os "pontos fracos" do governo segundo o jornal. "O Sudeste foi a única região em que Lula não teve crescimento de popularidade --o índice dos que consideram o governo "bom ou ótimo" só oscilou de 46% para 47%, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O índice de aprovação também subiu menos nas regiões metropolitanas (de 45% para 49%) do que nas cidades do interior, de 54% para 60%."

Da redação, com Folha de S.Paulo e Datafolha

sábado, 22 de março de 2008

bodega cultural: Vereadores de Icapuí aprovam projeto em favor do nepotismo

A câmara de vereadores de Icapuí, município situado a 150 km da capital, aprovou em primeiro turno um projeto que revoga o parágrafo único do artigo 101 da lei orgânica do município, que proíbe a contratação de parentes dos gestores. A matéria deverá voltar à câmara para um segundo turno.

Edilson Cirilo (PSDB-CE), o atual prefeito, foi alvo de críticas ferrenhas por parte da imprensa local e nacional, por ter nomeado seus parentes logo após assumir a prefeitura da cidade.

Por força de um mandado de segurança teve que voltar atrás e afastá-los.

O projeto é de autoria dos vereadores tucanos José Almir Alcântara, Antonio Carlos e Manuel Jeová.

Veja o Projeto de Emenda à lei Orgânica de Icapuí

Uma vergonha para ser estampada nos principais jornais do Brasil.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Composição do Diretório Municipal de Icapuí

Membros titulares:

Comissão Executiva

Presidente - Francisco José Teixeira

Vice- Presidente - Jerônimo Felipe Reis de Sousa

Primeiro Secretário - Luiz Teixeira de Souza

Segunda Secretária - Francisca Alves de Sousa

Primeiro Tesoureiro - Vanderlei Bezerra do Nascimento

Segundo Tesoureiro - Izelda Regina Maia Nunes

Líder da Bancada - Vicente de Paulo Braga

Raimundo Bonfim Braga

Francisco Eurivan de Paula

Maria Lucila da Costa

Francisco Hélio Rebouças

Francisco Mardônio Rebouças

George Caetano Gama Rebouças

Idélia Barbosa de Oliveira

Madalena Maria da silva

Iran Rodrigues Félix

Francisco Bezerra Neto

Membros suplentes:

Ana Paula da Silva Lima

Domingos Sávio Braga

Marta Silêda Rebouças da Costa

Raimundo Damasceno

Fernanda Maria de Medeiros Bandeira

José Milton Marques

Maria Rosemeire da Costa

Marcos Rubênio Braga

Antônio Sérgio de Araújo

Manoel Jeová do Nascimento

Adriano Geimeson da silva

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